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Quem te visita de verdade
O log de acesso do teu site diz que bots de IA lá passam. Mas qualquer um pode escrever «GPTBot» no user-agent: só o IP diz se o pedido veio mesmo da OpenAI. Escolhe o ficheiro ou cola as linhas, e confirmamos cada visita com as gamas que os operadores publicam — tudo no teu browser.
O teu log não sai do teu computador. Lemos o ficheiro aqui, no browser; ao nosso servidor só pedimos as gamas de IP que os operadores publicam, que são as mesmas para toda a gente.
Os três estados de uma visita
Verificado
O IP está nas gamas que o operador publica para esse bot. É ele.IP fora das gamas
O pedido traz o nome do bot, mas o IP não é do operador. É provável que seja alguém a usar o nome dele, mas não é uma certeza: as listas mudam, e um proxy à frente do teu servidor esconde o IP verdadeiro.Sem lista de gamas
Não temos uma lista das gamas deste bot que possamos ler, por isso o IP não o confirma nem o desmente. A tabela liga à documentação do operador.
De onde vêm as gamas
Do nosso registo de bots: 17 têm gamas de IP publicadas pelo operador (OpenAI, Anthropic, Perplexity, Google, Microsoft, Apple, DuckDuckGo, Mistral AI e Common Crawl). O teu browser pede-as ao nosso servidor, que as vai buscar aos operadores uma vez por dia. Esse pedido é o mesmo para toda a gente e não leva nada do teu log.
O bot de cada linha reconhece-se pelo nome no user-agent, com os nomes do registo e mais nenhum. Um sub-nome com hífen conta como o do registo, como no robots.txt: o Googlebot-Image é do Googlebot.
Um bot verificado com 403 em quase tudo é um bloqueio a sério
O diagnóstico testa o teu site com pedidos nossos, com o nome de cada bot. O log mostra o outro lado: o que o teu servidor respondeu ao bot verdadeiro. Se o PerplexityBot verificado leva 403 na maioria dos pedidos, a tua firewall está a fechar-lhe a porta, diga o robots.txt o que disser. Um 403 só nalgumas páginas (o /wp-admin/, um ficheiro protegido) é outra coisa: são essas páginas que estão fechadas, e o leitor diz-te quais.
Que logs lê
Apache e Nginx
O formatocombined, o de omissão do Nginx e o mais usado no Apache, com ou sem o anfitrião à frente e campos a mais no fim. Ocommonlê-se, mas não traz o user-agent.Cloudflare
O JSON por linha do Logpush, com os camposClientIP,ClientRequestUserAgent,ClientRequestPath,EdgeResponseStatuseEdgeStartTimestamp.Vercel
O JSON de um log drain, um objeto por linha. As entradas do build e das funções ficam de fora.
Onde está o teu log
Num servidor próprio, em /var/log/nginx/access.log ou /var/log/apache2/access.log; os mais antigos vêm em .gz, e também se leem. Num alojamento partilhado, procura no painel (no cPanel chama-se «Raw Access»). Se o teu site está atrás da Cloudflare, o log do servidor pode ter o IP dela em vez do do bot: usa o do Logpush.
O que este leitor não faz
Não envia o teu log
O ficheiro lê-se no teu browser, e nada do que está lá dentro sai dele: nem os IPs, nem as páginas, nem os user-agents.Não faz DNS inverso
A Google, a Microsoft e o Common Crawl também confirmam os bots pelo nome do IP. O browser não consegue fazer essa consulta; aqui confirma-se só pelas gamas.Não guarda nada
Fechas a página e o resultado vai com ela. Para o guardares, copia o resumo, que não leva IPs.